JOVENS

Última actualização 27 novembro 2012




"Taizé-Gebet"


"Dreimal am Tag bleibt alles auf dem Hügel von Taizé stehen: die Arbeit, die Bibeleinführungen, die Gespräche in den Kleingruppen. Die Glocken rufen zum Gebet in der Kirche. Hunderte, oft Tausende junger Menschen aus der ganzen Welt beten und singen mit den Brüdern der Communauté. Kurze, mehrmals wiederholte Gesänge, die mit wenigen Worten eine grundlegende, leicht verständliche Wirklichkeit ausdrücken; eine kurze Bibellesung in mehreren Sprachen. Den Mittelpunkt des Gebets bildet eine Zeit der Stille; eine einzigartige Möglichkeit, Gott zu begegnen."
(Ein Bruder aus Taizé in www.taizé.fr)

Das Taizé-Gebet ist ein einfaches Gebet, mit Gesängen, die sich wiederholen und uns tragen; ein meditatives Gebet mit einem kurzen Bibeltext; ein Gebet des Herzens: mit dem Herzen sehen (Licht und Ikonen) und hören (Wort und Gesang).

Wir laden Sie / Dich herzlich
zum Taizé-Gebet ein!


Jeden Monat: am ersten Donnerstag um 19.00 Uhr in der Kirche St Paul, Offenbach


Textos para reflectir

Confiança entre os homens - confiança em Deus

A solidariedade entre os homens poderia encontrar numa referência a Deus um fundamento sólido; no entanto, a
confiança em Deus é frequentemente posta em questão.
São numerosos os que não conseguem acreditar num Deus que os ama pessoalmente. São também numerosos os
que, com muita honestidade, se questionam: como posso saber se tenho fé?

A fé apresenta-se hoje como um risco:o risco da confiança. A fé não é em primeiro lugar uma adesão a algumas
verdades, mas uma relação com Deus. É um apelo para que nos voltemos para a luz de Deus.

Longe de nos tornar subservientes ou sufocar a realização pessoal ,a fé em Deus torna-nos livres:livres do medo, livres
para uma vida ao serviço daqueles que Deus nos confia.

Quanto mais cresce a confiança em Deus mais o coração se alarga a tudo o que é humano, em todo o mundo,
em todas as culturas, acolhendo também as ciências e as técnicas que permitem aliviar o sofrimento e desenvolver
as sociedades.

Deus, tal como o sol, é demasiado deslumbrante para que possamos olhar para ele. Mas Jesus deixa transparecer
a luz de Deus. Toda a Bíblia nos conduz a esta confiança: Deus, absolutamente transcendente, entra na nossa realida-
de humana e vem falar-nos numa linguagem acessível.

Taizé, Carta de Fr. Alois para 2012, Rumo a uma nova solidariedade
Texto completo em
http://www.taize.fr/pt_article13262.html


 

 

Cristo é a nossa luz!


Em todas as igrejas, nas catedrais e nos conventos, em toda a parte onde se reúnem os fiéis para a celebração da Vigília Pascal, a mais santa de todas as noites começa com o acender do círio pascal, cuja luz é depois transmitida a todos os presentes. Uma minúscula chama irradia-se para muitas luzes e ilumina a casa de Deus que estava às escuras. Neste maravilhoso rito litúrgico que imitámos nesta vigília de oração, desvenda-se-nos, através de sinais mais eloquentes do que as palavras, o mistério da nossa fé cristã. Ele, Cristo, que diz de Si próprio: "Eu sou a luz do mundo" (Jo 8, 12), faz brilhar a nossa vida, para ser verdadeiro o que acabámos de ouvir no Evangelho: "Vós sois a luz do mundo" (Mt 5, 14).

Não são os nossos esforços humanos nem o progresso técnico do nosso tempo que trazem a luz a este mundo. Experimentamos sempre de novo que o nosso esforço por uma ordem melhor e mais justa tem os seus limites. O sofrimento dos inocentes e, enfim, a morte de cada homem constituem uma escuridão impenetrável que pode talvez ser momentaneamente iluminada por novas experiências, como a noite o é por um relâmpago; mas, no fim, permanece uma escuridão acabrunhadora.

Ao nosso redor pode haver escuridão e trevas, e todavia vemos uma luz: uma chama pequena, minúscula, que é mais forte do que a escuridão, aparentemente tão poderosa e insuperável. Cristo, que ressuscitou dos mortos, brilha neste mundo, e fá-lo de modo mais claro precisamente onde tudo, segundo o juízo humano, parece lúgubre e sem esperança. Ele venceu a morte - Ele vive - e a fé n'Ele penetra, como uma pequena luz, tudo o que é escuro e ameaçador. Certamente quem acredita em Jesus não é que veja sempre só o sol na vida, como se fosse possível poupar-lhe sofrimentos e dificuldades, mas há sempre uma luz clara que lhe indica um caminho, o caminho que conduz à vida em abundância (cf. Jo 10, 10). Os olhos de quem acredita em Cristomesmo na noite mais escura, vislumbram uma luz e vêem já o fulgor dum novo dia.

A luz não fica sozinha. Ao seu redor, acendem-se outras luzes. Sob os seus raios, delineiam-se de tal modo os contornos do ambiente que nos podemos orientar. Não vivemos sozinhos no mundo. Precisamente nas coisas importantes da vida, temos necessidade de outras pessoas. Assim, de modo particular na fé, não estamos sozinhos, somos anéis da grande corrente dos crentes. Ninguém chega a crer, se não for sustentado pela fé dos outros; mas, por outro lado, com a minha fé contribuo para confirmar os outros na sua fé. Ajudamo-nos mutuamente a ser exemplo uns para os outros, partilhamos com os outros o que é nosso, os nossos pensamentos, as nossas acções, a nossa estima. E ajudamo-nos mutuamente a orientar-nos, a identificar o nosso lugar na sociedade.

Papa Bento XVI
ao jovens em vigília, em Freiburg,
24.09.2011


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